A empresa Sueca Sivers IMA disponibilizou uma família de novos módulos de sensoriamento remoto capaz de medir distância e velocidade com alta precisão.A empresa Sueca Sivers IMA disponibilizou uma família de novos módulos de sensoriamento remoto capaz de medir distância e velocidade com alta precisão.

Hélio Fittipaldi

KISTA, Suécia, 25 de janeiro /PRNewswire/ -- Este módulo de
sensoriamento remoto é capaz de medir distância e velocidade com alta
precisão. As medições são baseadas na tecnologia de rádio, que tem
muitas vantagens comparadas a outros métodos como ótico, indutivo,
capacitivo, meios ultra-sônicos e mecânicos de medições.
As aplicações típicas são medição do nível de bitola, de prevenção de
colisões em aplicações industriais, medições de velocidade e
distância etc.
A tecnologia de medição baseada na tecnologia de rádio é muito
efetiva e o método elimina os problemas em ambientes agressivos
enfrentados pelos métodos indutivo, capacitivo e mecânico. Ele não é
sensível à poeira, ambientes com neblina e camadas acústicas em
ambientes aéreos ou líquidos. Por ser um método de medição sem
contato não afeta objetos sensíveis com riscos etc. E também os
módulos não contêm partes móveis.
O sinal de saída dessas unidades é tipicamente por debaixo dos 100
Khz. Pode facilmente ser conectado à baixa freqüência de
processamento de circuitos eletrônicos. Dependendo da aplicação, há
diferentes módulos operando em diferentes freqüências de rádio.
Um kit completo para fácil avaliação e controle da unidade está
disponível em um PC.

A família de produtos consiste de:

RS3400S/00 Sensor operando na faixa de freqüência de 4,75 a 5,25 GHz
RS3400X/00 Sensor operando na faixa de freqüência de 9,25 a 10,75 GHz
RS3400K/00 Sensor operando na faixa de freqüência de 24 a 25,5 GHz
CO1000A/00 Painel de controle para fácil avaliação

Para mais informações sobre estes novos produtos, acesse o
website http://www.siversima.com
Nomes: MDV-100 e MDV-200 possuem saída USB 2.0

A Instrutherm lança dois modelos de microscópios digitais com monitor LCD e saída USB 2.0. Com ampliação de até vinte vezes,iluminação Bulbo, focagem controlada e base móvel, o MDV-100 consiste num microscópio óptico digital, integrado a uma câmera CCD 520 e um monitor LCD de oito polegadas com resolução de 800x600 pixels. Este modelo auxiliará no trabalho das áreas da medicina, engenharia biológica, agricultura, pesquisa científica, metalúrgica e química.

Já o MDV-200 foi projetado para profissionais que necessitam de precisão geométrica. É um microscópio digital de bancada é capaz de ampliar entre 12 e 75 vezes, com o monitor de 8 polegadas, ou entre 25 e 160 vezes utilizando o monitor externo de 17 polegadas. O equipamento também traz saída USB 2.0 com software para gravar e salvar as imagens em tempo real. Este equipamento é indicado para testes de componentes, análise de amostragens pequenas.

Pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, usaram nanotubos de polímeros para criar eletrodos capazes de registrar sinais cerebrais de forma mais precisa e mais clara do que os utilizados nos atuais implantes neurais.

Chips neurais

Os chamados "chips neurais" - implantes capazes de captar os sinais elétricos gerados pelo cérebro - estão sendo utilizados em várias interfaces cérebro-máquina, para o controle de robôs, equipamentos de auxílio ao movimento, como cadeiras de rodas, e em pesquisas mais avançadas para desvendar as causas de doenças neurológicas, como o Mal de Alzheimer.

O chip neural considerado como o mais avançado já apresentado até hoje é capaz de evoluir e aprender com o cérebro onde está implantado.

Reação do cérebro aos implantes

Para captar os sinais cerebrais, os eletrodos dos chips neurais devem ser inseridos diretamente no cérebro, em cirurgias altamente delicadas e invasivas. Por isso, quanto mais tempo eles durarem, melhor será a qualidade de vida do paciente, que não precisará passar por cirurgias sucessivas.

O problema é que o cérebro não aceita passivamente a inserção dos eletrodos. Assim que as pontas metálicas são implantadas, o cérebro começa a reagir, gerando inicialmente uma resposta inflamatória àquilo que é visto pelo organismo como um ferimento grave.

Após a inflamação, o cérebro passa a lidar com o ferimento de forma crônica. Se isso é ótimo para o organismo, é péssimo para o chip neural, que terá seus eletrodos encapsulados pelo tecido da cicatriz, que o impedirá de captar os sinais dos neurônios, interrompendo o funcionamento do chip.

Polímeros condutores

O que Mohammad Reza Abidian e seus colegas descobriram é que esse problema pode ser grandemente minimizado com a utilização de eletrodos biocompatíveis. Isso exige a utilização de polímeros, mas que necessariamente devem ser condutores elétricos, para que sejam capazes de captar os sinais elétricos dos neurônios.

A solução foi encontrada em um material conhecido como PEDOT - poli(3,4-etilenodioxitiofeno). O plástico condutor, que forma minúsculos nanotubos, foi utilizado para revestir os eletrodos metálicos. Além de torná-los biocompatíveis, o revestimento melhorou em mais de 30% a sensibilidade aos sinais cerebrais em relação aos eletrodos metálicos sem o revestimento.

Biossensor

Outra vantagem inesperada, descoberta quando os novos eletrodos biocompatíveis foram implantados no cérebro de cobaias, é que os sinais variam conforme o cérebro tenta defender-se da invasão.

Com isto, além de coletarem as informações dos neurônios, os eletrodos informam quando o cérebro passou de uma resposta aguda - a inflamação inicial - para a resposta crônica - quando o eletrodo é visto pelo cérebro unicamente como um ferimento em cicatrização.

O revestimento de PEDOT permite que os eletrodos operem com menor resistência elétrica do que os eletrodos metálicos, o que significa que eles podem comunicar-se mais claramente com os neurônios individuais.

"Os polímeros condutores são biocompatíveis e têm condutividade eletrônica e iônica," explica Abidian. "Desta forma, esses materiais são bons candidatos para aplicações biomédicas, como interfaces neurais, biossensores e sistemas de liberação contínua de medicamentos."

Uma sociedade na qual os robôs acompanham os idosos em viagens e os ajudam a jogar fora o lixo pode estar mais perto de se tornar uma realidade do que se poderia pensar. Pelo menos nesse segundo aspecto.

Com um financiamento de 2 milhões de euros, cientistas europeus apresentaram os primeiros protótipos de robôs assistentes cujo objetivo será ajudar as pessoas a manter as suas casas limpas.

Robôs de limpeza

O primeiro deles é o DustCart, algo como "carrinho de lixo," um robô projetado para interagir com seu dono, recolher o lixo doméstico quando for orientado a isso e colocar o lixo na lixeira externa, onde o material poderá ser recolhido pelo serviço público.

O segundo robô é o DustClean ("limpador de poeira"), que também poderá se chamar robô-gari - seu principal objetivo é fazer a limpeza de calçadas, ruas e outras áreas públicas. Ele foi montado sobre a plataforma de um SegWay, o que facilita sua mobilidade.

Além dos tradicionais sistemas de visão artificial, para permitir que os robôs identifiquem a sujeira e evitem ficar batendo nas coisas, os dois protótipos foram dotados de sensores de ozônio e monóxido de carbono, permitindo que eles emitam alertas no caso da qualidade do ar cair muito.

Segundo os pesquisadores, os dois robôs representam a melhor solução disponível para a limpeza de áreas de difícil acesso e para a limpeza e coleta de lixo na frente das residências, acima de tudo, das pessoas que têm problemas de mobilidade e dificuldades para levar seu lixo doméstico para as lixeiras externas.

Guia e vigilância

Os robôs são capazes de se orientar, navegar e se comunicar com outras máquinas, o que os torna colaboradores autônomos e multifuncionais.

Isto significa que cada robô poderá ser utilizado para limpar várias áreas, e não apenas o ambiente controlado de uma residência. Por exemplo, com base nas informações de um mapa, como os encontrados nos sistemas de navegação por GPS dos automóveis, o DustBot pode monitorar a sujeira em grandes espaços.

Sem a incumbência de limpar, o robô pode ser adaptado para atuar como guia em centros comerciais e museus, para transportar mercadorias e para ajudar as pessoas com necessidades especiais dentro e fora de suas casas.

Os robôs são apenas protótipos para testes de funcionalidades e demonstrações e não deverão ser fabricados para comercialização.

O cientista Tomotaka Takahashi, da Universidade de Kyoto, no Japão, criou um robô que pula.

Batizado de Ropid - uma combinação das palavras robô e rápido, em inglês - ele usa sensores para manter o equilíbrio e obedece a comandos de voz.

O Ropid mede 38 centímetros, pesa 1,6 quilos e consegue pular a uma altura de 8 centímetros. Suas coxas e tornozelos foram projetados para conservar energia.
Takahashi levou 2 anos e meio para construir o modelo. Ele afirma que prefere fazer robôs que possam divertir as pessoas com seus movimentos e capacidade de comunicação a máquinas que sejam apenas úteis ao ser humano.